A NBR 7200 e os procedimentos do DNIT estabelecem critérios claros para a execução de pavimentos, mas o sucesso de um projeto de pavimento flexível em Maringá depende de uma leitura precisa do subsolo local. A cidade, situada sobre o arenito da Formação Caiuá, apresenta solos de comportamento laterítico que reagem de forma particular às cargas repetidas do tráfego. Nossa equipe técnica cruza dados de tráfego projetado com ensaios CBR e granulometria para definir espessuras de camadas que resistam à fadiga sem custos desnecessários. Um dimensionamento que ignora as curvas de compactação típicas do arenito Caiuá tende a apresentar deformações precoces, algo que vemos com frequência ao auditar projetos alheios na região metropolitana de Maringá.
Um subleito mal compactado em Maringá pode reduzir em 40% a vida útil do pavimento flexível antes do primeiro recape.
Perguntas e respostas
Qual norma rege o projeto de pavimento flexível em Maringá?
O dimensionamento segue a metodologia do DNER/DNIT, com execução conforme NBR 7200 e especificações de serviço do DNIT para concreto asfáltico usinado a quente.
O solo de Maringá exige algum cuidado especial no pavimento?
Sim, o arenito Caiuá tem comportamento laterítico e pode ser colapsível. Realizamos classificação MCT e ensaios CBR para definir a necessidade de reforço do subleito antes da pavimentação.
Quanto custa um projeto de pavimento flexível em Maringá?
O valor parte de R$100.000, variando conforme a extensão da via, o volume de tráfego projetado e a complexidade geotécnica do subleito.
Qual vida útil um pavimento bem projetado deve ter?
Projetamos para um período de análise estrutural de 10 a 12 anos, mas com manutenção preventiva adequada o pavimento pode ultrapassar 15 anos de serviço.
Vocês fazem o projeto e a execução do pavimento?
Realizamos o projeto estrutural e o controle tecnológico durante a obra. A execução fica a cargo de construtoras parceiras, sob nossa supervisão técnica.