Em Maringá, a transição entre o basalto da Formação Serra Geral e os solos residuais siltosos gera uma granulometria muito particular. Já recebemos amostras da zona sul, perto do Parque do Ingá, com comportamento completamente diferente das coletadas no eixo da Avenida Colombo. Sem a análise granulométrica completa, qualquer estimativa de permeabilidade ou compactação vira achismo. O ensaio combina peneiramento para frações grossas e sedimentação com hidrômetro para siltes e argilas. É o primeiro passo para classificar o solo e definir desde a fundação até o sistema de drenagem. Nossa rotina no laboratório segue a risca a ABNT NBR 7181 e usamos defloculante adequado ao perfil intemperizado típico do noroeste paranaense.
A fração fina do solo de Maringá (silte e argila) controla a capilaridade e a retração. Ignorar a sedimentação é subdimensionar o risco de recalque.
